Domingo, Maio 25, 2008

Comentário do Ramiro Marques sobre a prova de ingresso

"...É inaceitável o facto de os jovens do Continente, candidatos a professores, terem de se submeter a uma prova nacional de acesso com estas características, enquanto os jovens da Madeira e dos Açores estão libertos dessa exigência. O mesmo acontece, aliás, com as diferenças no estatuto da carreira docente. Os colegas da Madeira e dos Açores mantêm a carreira única, com uma só categoria de professor e sem quotas para acesso ao topo. Os modernaços do PÊ Ésse, ao longo dos últimos três anos, não têm feito mais nada do que criar divisões, injustiças e desigualdades. Com estas políticas injustas, criam nas populações mais fracas e desprotegidas a sensação de que há portugueses de primeira e portugueses de segunda. Prestam um péssimo serviço ao país e à democracia. É por isso que este blog é declarada e combativamente anti-PS. Farei o que me for possível, usando a única arma que sei empunhar, a escrita, para ajudar a derrotar estes modernaços nas próximas eleições..."

in: http://ramiromarques.blogspot.com/

Sábado, Maio 24, 2008

Volto amanhã ou depois (descanso do pessoal)!


Sexta-feira, Maio 23, 2008

Atenção - Avaliação:

Regime transitório de avaliação de desempenho dos professores

23 de Mai de 2008 /// O diploma que regulamenta o regime transitório de avaliação de desempenho dos professores e os respectivos efeitos durante o 1.º ciclo de avaliação, que se conclui no final do ano civil de 2009, foi publicado no Diário da República.

Newsletter IGE

Exm.º(a) Senhor(a)

No âmbito da avaliação externa, a Inspecção-Geral da Educação (IGE) enviou hoje uma mensagem a todas as escolas que ainda não foram avaliadas, convidando-as a manifestar, até ao próximo dia 20 de Junho, a vontade de participarem nesta actividade no próximo ano lectivo.

Até 18 de Julho, a IGE informará as escolas seleccionadas, pedindo-lhes que comecem a preparar o processo. A visita das equipas de avaliação externa ocorrerá entre o início de Novembro de 2008 e meados de Maio de 2009.

A IGE prevê realizar, no ano lectivo de 2008-2009, a avaliação de 290 escolas, com a seguinte distribuição regional: Norte, 105, Centro, 57, Lisboa, 90, Alentejo, 20 e Algarve, 18.

Recorde-se que no âmbito do processo de avaliação externa das escolas, cuja fase-piloto se iniciou em 2006, da responsabilidade de um Grupo de Trabalho, e cuja continuidade coube à IGE, já foram avaliadas 24, 100 e 273 escolas, respectivamente na fase-piloto, em 2006-2007 e em 2007-2008.

Encontra na página da IGE, em http://www.ige.min-edu.pt/_PT/content_01.asp?BtreeID=03/01&treeID=03/01/03, além da caracterização desta actividade, a documentação de enquadramento, os relatórios de escola e o relatório nacional referente a 2007-2008.

Com os melhores cumprimentos

Divisão de Comunicação e Documentação (DCD)

Inspecção-Geral da Educação

Tel. 213 924 800; fax 213 924 960

Divulgação

 Olá!

O blogue Nas Faldas da Serra descobriu que o tubista alcobacense Sérgio
Carolino é candidato a 4 óscares da tuba mundial, um deles por uma
composição
estreada em concerto do Cistermúsica 2007. Saiba mais, consultando-nos no nosso
endereço, que é, e continuará a ser:
http://www.nasfaldasdaserra.blogspot.com
Gostamos mesmo muito de visitas e comentários!


Cordialmente
José Alberto Vasco

Divulgação

 Olá!

O blogue Nas Faldas da Serra descobriu que o tubista alcobacense Sérgio
Carolino é candidato a 4 óscares da tuba mundial, um deles por uma
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Gostamos mesmo muito de visitas e comentários!


Cordialmente
José Alberto Vasco

Boicote

à Golpe

Divulgação

CONVITE

O Movimento PROmova não se conforma com o modo como a Plataforma Sindical hipotecou a indignação dos professores e desbaratou o capital de protesto que foi possível conglutinar, enveredando por manifestações folclóricas e esvaziadas de eficácia (penosamente, também esvaídas de participação), que veicularam uma mensagem falseada de pretensa concordância dos professores com o Memorando de Entendimento.

Como estamos convictos que os professores continuam a rejeitar o essencial da política educativa deste Governo, de que o novo modelo de avaliação, entre outros aspectos, é uma peça deplorável, o Movimento convida todos os educadores de infância e professores dos ensinos básico e secundário a participarem num ENCONTRO DE PROFESSORES a realizar no dia 7 de Junho de 2008, pelas 10.00 h, no auditório do Instituto Português da Juventude, em Vila Real (junto à Escola EB2,3 Diogo Cão), visando debater o estado actual de descontentamento da classe docente e definir as melhores estratégias de actuação, de acordo com a seguinte agenda:

1) Formas de organização e estratégias de intervenção futuras do Movimento PROmova.

1.1 Definição de um núcleo consensual de reivindicações e de ideias mobilizadoras.

1.2 Acções a concretizar no imediato e no próximo ano lectivo.

A força dos professores e a persistência da nossa luta contra a prepotência e a incompetência desta equipa ministerial depende da presença e da mobilização de todos nós.

Vamos dizer PRESENTE!

Aquele abraço solidário (com o carácter e a firmeza dos princípios),

PROmova

O autêntico simplex

Prova do 6º ano era mais simples que a do 4º, defende especialista (vice-presidente da Associação de Professores de Português).

A Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM) também está preocupada com o "número exagerado de questões demasiado elementares". "Mesmo assim os resultados têm sido maus. Imagina-se que poderiam ser bastante piores, se os enunciados fossem mais exigentes", lê-se num parecer da SPM.

... teste (de Português) que começa com um anúncio de venda de um cão e pergunta aos alunos: "Qual é a intenção de quem colocou o anúncio?" in Metro, 23 Maio, pag 3


Eis é o modelo Simplex, o autêntico, para o sucesso educativo.

É URGENTE SUBSCREVER ESTE APELO!

Que VERGONHA!

«Os deputados do PS estão contra nós, mas querem ser titulares sem porem os pés na escola.»

(Leia aqui)


Quinta-feira, Maio 22, 2008

Esclarecimento jurídico sobre regime transitório que procede à integração dos docentes na nova estrutura da carreira


Jardins de Valência
A criação de uma nova estrutura da carreira docente ocorrida com o Dec-Lei n.º 15/07, de 19 de Janeiro (que procedeu à alteração do Estatuto da Carreira Docente aprovado pelo Dec-Lei n.º 139-A/90, de 28 de Abril), implicou a contemplação de um regime transitório que procede à integração dos docentes nessa mesma estrutura de carreira.
No que aos docentes do 8.º e 9.º escalões diz respeito tal regime transitório encontra-se sediado no artigo 10.º, n.º 8 e 13.º do citadoDec-Lei n.º 15/07.
De acordo com o primeiro dos citados preceitos legais, os referidos docentes transitam para a categoria de professor da nova estrutura da carreira, mantendo os índices remuneratórios aos mesmos correspondentes (245 e 299). O n.º 14 do mesmo preceito legal salvaguarda o tempo de serviço já prestado por estes docentes no escalão e índice da carreira anterior estabelecendo que o mesmo é contabilizado no escalão e índice em que foram integrados, para efeitos de progressão e acesso na estrutura da nova carreira.
Como é do conhecimento geral, a estrutura de carreira criada pelo citado Dec-Lei n.º 15/07, desenvolve-se em duas categorias hierarquizadas de: professor e de professor titular. De acordo com o art.º 13.º do mesmo diploma legal, os docentes ora em questão, só podem aceder a esta segunda categoria se nela obtiverem provimento na sequência do concurso aberto para o efeito. Só assim poderão progredir aos escalões previstos para a mesma. Neste caso, prevê o mesmo normativo, o tempo de serviço pelos mesmos prestado após a integração na categoria de professor, conta como tempo de serviço efectivo no escalão em que forem providos na categoria de professor titular.
No entanto, e como também se sabe, o provimento nesta categoria está dependente da obtenção de vaga no correspondente concurso de acesso.
Para aqueles que não obtiveram a referida vaga, o legislador da mesma disposição transitória contida no art.º 13.º, veio prever um mecanismo de "compensação" remuneratória que lhes permite aceder aos índices 272 e 320, consoante se encontrem no 8.º ou no 9.º escalões da anterior carreira. Contudo, o legislador determinou, no n.º 3 deste preceito, que, para poderem beneficiar de tal progressão, estes docentes, para além de terem que ter sido opositores ao concurso de acesso à categoria de professor titular e de não terem nele obtido provimento, têm ainda que cumprir cumulativamente mais três requisitos (e transcreve-se):
"a) Completem o módulo de tempo de 6 anos de serviço no índice em que estão integrados; b) Obtenham avaliação de desempenho não inferior a Bom; c) Tenham sido aprovados na prova pública prevista no art.º 38.º do Estatuto da Carreira Docente, tal como alterado pelo presente Decreto-Lei…".
Dispõe ainda este preceito legal, que, quando vierem a obter provimento na categoria de professor titular, os docentes beneficiários de valorização remuneratória, são posicionados no escalão desta categoria a que corresponda índice imediatamente superior ao do escalão em que se encontram integrados (exemplo: um docente do 8.º escalão (índice 245) que não ficou provido e tenha progredido ao índice 272 por via do citado mecanismo, poderá ser posicionado no índice 299, se entretanto obtiver vaga em concurso de acesso a professor titular).


Dr. Mário Silva, coordenador da Delegação da Figueira da Foz do SPZCentro

Politiqueses, Eduqueses e Narco-Bonzos

É patético ler os portugueses politiqueses escreverem que não se deve intervir na Birmânia por questões de soberania (que para eles são mais importantes que a vida dos que estão a morrer cada dia que passa).

expresso online

Portugueses fazem fila para abastecer em gasolineiras espanholas Carros de matrícula portuguesa invadem gasolineiras espanholas
Escalada de preços nos combustíveis
Portugueses fazem fila para abastecer em gasolineiras espanholas
Portugueses fazem contas à vida. As gasolineiras e lojas comerciais "estão às moscas" no posto fronteiriço de Vilar Formoso, em contraste com as "enchentes" em Fuentes de Oñoro, na vizinha Espanha. (Saiba onde encontrar a gasolina mais barata através do link no final do texto e veja um vídeo sobre como poupar combustível)

Quarta-feira, Maio 21, 2008

O FUTURO DO MOVIMENTO DOS PROFESSORES EM PORTUGAL

Portanto, em meu nome pessoal, em nome do MUP e de outros movimentos de professores com os quais iremos trabalhar, agradeço, encarecidamente, à senhora Maria de Lurdes Rodrigues a sua enorme colaboração no despertar de uma classe profissional que se irá revelar, no futuro próximo, determinante para os destinos de Portugal. Bem haja, minha senhora. Cumpriu a sua missão. Se se sentir cansada, pode retirar-se. Um dia, no aconchego da sua cómoda reforma de professora universitária, havemos de conversar sobre aquilo que a moveu para um desígnio tão vital para o país como foi o Despertar dos Professores.

Invadir a Birmânia

Monodocência no 1º e 2º ciclo - uma questão de bom senso, ou de falta dela...

De repente, CNE, Confap e Associação Nacional de Professores unem-se em consenso à volta da monodocência no 1º e 2º ciclo, com o beneplácito do ME. Anda tudo doido...

ler aqui

Terça-feira, Maio 20, 2008

AEC com valor mínimo estipulado:

Valter Lemos assegura
Professores das actividades de enriquecimento curricular dependem das autarquias
20.05.2008 - 20h30 Lusa
O secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, disse hoje que o processo contratual dos professores que trabalham nas Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC) depende das Câmaras Municipais, em resposta a acusações da Fenprof. "Os professores são contratados pelas autarquias e o Ministério da Educação financia as Câmaras Municipais" para esse efeito, explicou Valter Lemos

O governante disse, também, que vai ser fixada a remuneração mínima obrigatória para estes professores, tendo em conta que estavam a ser pagos abaixo do que devia ser. O valor que vai ser fixado, que entrará em vigor no próximo ano lectivo, corresponde aos valores de um professor contratado pelo Ministério da Educação, segundo Valter Lemos.

A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) exigiu hoje o fim dos "falsos recibos verdes" no âmbito das Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC), garantindo que "a esmagadora maioria" dos 15.000 professores envolvidos têm contratos de prestação de serviços. Em comunicado, a Fenprof diz que o Ministério da Educação mantém os cerca de 15.000 professores envolvidos nas AEC "numa situação extremamente precária e instável, aproveitando-se do negro quadro de desemprego que atinge os profissionais docentes".

"Trata-se de um grupo de trabalhadores altamente qualificado que trabalha a recibo verde para a estrutura do Estado. Isto é, sem qualquer contrato ou vínculo laboral, com baixos salários e não lhes sendo reconhecidos quaisquer direitos ou garantias. Apenas deveres", lamenta a Fenprof.

Um despacho divulgado segunda-feira pela tutela define o valor mínimo das remunerações por hora lectiva, de acordo com as habilitações dos professores, tal como a Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular tinha recomendado.

Divulgação via Umbigo:

Amigos

Venho trazer ao vosso conhecimento um assunto que tem merecido a minha séria preocupação e pedir a vossa ajuda numa causa importante e urgente.
Não sei se sabem que a Direcção Regional de Educação do Centro e a Câmara de Coimbra estão a proceder à transferência de crianças das escolas básicas do 1º ciclo (escolas primárias) para as escolas básicas de 2º e 3º ciclos (EB 2/3, antigos ciclos preparatórios), já no próximo ano lectivo.
Trata-se de uma medida de enorme gravidade, uma vez que aquelas escolas são frequentadas por centenas de alunos (a capacidade é 600 alunos ) com idades até aos 18/20 anos, e não foram concebidas para crianças dos 6 aos 10 anos. Os pequeninos, recém-saídos do infantário, serão despejados naquelas escolas enormes, impossíveis de vigiar (até porque o Ministério da Educação está a cortar a sério no pessoal auxiliar), onde será impossível criar um espaço isolado e protegido para eles. É altíssima a probabilidade de ocorrência de situações de insegurança, violência e bullying que resultarão do convívio entre alunos de idades tão díspares, para já não falar nas dificuldades de orientação, integração e socialização que as crianças enfrentarão. Todos nós conhecemos, infelizmente, exemplos de situações de violência e bullying de alunos de 16-18 anos sobre os miúdos do 7º ano, que são actualmente os mais novos nas EB2/3. O que acontecerá com os pequenitos de 6 anos? Segundo a DREC, será a 1ª classe a ser transferida, ou seja, os mais novos.
Para mim, que tenho uma filha que acabou de completar 6 anos e vai este ano para a 1ª classe, o cenário parece aterrador!
Talvez por isso a DREC e a CMC estejam a agir no maior secretismo, sem informar os pais e encarregados de educação em plena época de matrículas. As decisões são simplesmente impostas aos agrupamentos de escolas e a DREC pouco mais propõe do que alterações no mobiliário, para além do que, ao que parece, as decisões estão a ser tomadas sem critério, alteradas e voltadas a alterar em cima do joelho e por lá ninguém se entende. As escolas pouco mais podem fazer do que aguardar as ordens.

O porquê disto tudo é evidente: favorecer os privados (da DREC já me aconselharam a matricular a minha filha no privado) e poupar dinheiro. A Carta Educativa do Concelho de Coimbra, aprovada o mês passado na Câmara e na Assembleia Municipal, apresenta as transferências de alunos das EB1 para as EB2/3 não como solução transitória para resolver problemas pontuais, mas como regra geral, de modo a evitar investimentos em novas escolas, modernas e cumprindo os requisitos mínimos. Ou seja, não bastou deixar degradar o parque escolar durante décadas. Agora, a política é fechar as primárias e despejar alunos em espaços massificados, sem condições, onde problemas gravíssimos surgirão a cada passo.
Coimbra, a chamada cidade do conhecimento, será, assim, um dos concelhos do país que piores condições de escolarização oferece às suas crianças e aos seus jovens. É uma vergonha!
Tudo isto numa altura onde até há verbas do QREN para novas escolas!

Por esta razão, apelo à vossa mobilização urgente para pararmos este processo que já está em andamento.

O que podemos fazer é:

- divulgar esta situação o mais possível, por toda a gente, mas sobretudo entre pais e encarregados de educação, para que se dirijam às escolas e às sedes de agrupamento (Alice Gouveia, Eugénio de Castro, Silva Gaio, Martim de Freitas, Inês de Castro e Pedrulha) para pedir informações e manifestar a sua recusa de uma tal solução.

- mobilizar as associações de pais para a realização, inclusivamente, de manifestações nas escolas.

- assinar a petição que elaborei e que está disponível em http://www.petitiononline.com/Escola1C/petition.html. Trata-se de uma iniciativa cidadã, independente de quaisquer iniciativas político-partidárias, motivada tão somente pela preocupação que partilho convosco.

- escrever para a Direcção Regional de Educação do Centro e para a Câmara Municipal de Coimbra, manifestando a recusa da transferência das crianças do 1º Ciclo para as EB2/3, usando o email ou por via postal, ou fax.

Os contactos são:
Direcção Regional de Educação do Centro
Rua General Humberto Delgado, 319
3030 - 327 COIMBRA
FAX
239402977

e-mail:
atendimento@drec.min-edu.pt

Câmara Municipal de Coimbra

Câmara Municipal de Coimbra - Praça 8 de Maio - 3000-300 Coimbra
Tel.: 239 857 500 - Fax: 239 820 114 - Linha Verde: 800 202 126
E-mail: geral@cm-coimbra.pt

ou no site http://www.cm-coimbra.pt/e-municipe/index.php

Podem usar o texto seguinte:

Exma. Senhora Directora Regional da Educação de Coimbra

Exmo. Senhor Presidente da Câmara de Coimbra e Vereador com o Pelouro da Educação

Em Defesa das Escolas do 1º Ciclo de Coimbra

Enquanto pai/ mãe/ encarregado de educação, cidadão/ã preocupado, venho por este meio manifestar o meu veemente protesto contra as medidas que estão a ser implementadas pela Direcção Regional de Educação do Centro e a Câmara Municipal de Coimbra, no sentido de transferir turmas das escolas básicas de 1º Ciclo (EB 1) da cidade de Coimbra para as escolas básicas de 2º e 3º Ciclos (EB 2/3), já no próximo ano lectivo de 2008-2009.
Este protesto resulta da mais profunda preocupação relativamente aos elevados riscos a que estarão expostas as crianças do 1º Ciclo em escolas com capacidade até 600 alunos, com idades até aos 18 anos, que não foram concebidas para alunos dos 6 aos 10 anos, apresentando, por isso, forte probabilidade de ocorrência de situações de insegurança, violência e bullying. Os espaços destas escolas são demasiado vastos e impossíveis de vigiar com os cuidados exigidos para as crianças do 1º Ciclo, em particular devido à insuficiência de Auxiliares de Acção Educativa. Dada a concepção arquitectónica das EB 2/3, será impossível criar, nestas escolas, um espaço protegido, isolado e adequado às necessidades de crianças tão pequenas. Para além dos perigos a que ficarão expostas, estas crianças enfrentarão graves dificuldades de integração e socialização no contexto escolar.
Com os melhores cumprimentos.

Esta mobilização é urgente. Eu e tantos outros pais não sabemos, nesta altura, o que vão fazer com os nossos filhos!

Obrigada a todos e a todas!

Catarina Martins

Para ler:

PARECE ANEDOTA

Quem fala verdade? Ou está algures no meio?

Uns dizem:

Cinco mil trabalhadores não docentes estão em risco de perder o emprego

e outro diz:

Valter Lemos diz que apenas 15